Tratamento do Transtorno Obsessivo Compulsivo

 

O transtorno obsessivo-compulsivo é um transtorno de ansiedade em que as pessoas apresentam pensamentos, sentimentos, ideias, sensações (obsessões) ou comportamentos repetidos e indesejados que fazem elas se sentirem forçadas a fazer alguma coisa (compulsões).

 

Preocupar-se excessivamente com sujeira, lavar as mãos a todo o momento, evitar o uso de banheiros públicos, revisar repetidas vezes a porta, o fogão ou o gás antes de sair de casa ou ao deitar, necessidade exagerada de arrumar as coisas, ter medo de passar perto de cemitérios, funerárias ou de usar certas cores de roupa com medo de que possa acontecer algo de muito ruim, ser atormentado por dúvidas intermináveis ou por pensamentos "horríveis" (jogar-se de janelas, matar alguém...) são alguns dos inúmeros sintomas do Transtorno Obsessivo-Compulsivo ou TOC.

 

Conhecidas popularmente como "manias" essas manifestações atormentam milhares de pessoas em todo mundo. Para cada pessoa o TOC se manifesta de uma maneira própria. 

O Tratamento do Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) fundamentado na Terapia Cognitiva-Comportamental num enfoque Humanista possibilitará uma nova perspectiva de vida. Vamos começar a transformação!

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Você Sabia ?

Essa imagem acima costuma deixar as pessoas que possuem TOC, desconfortáveis, pelo fato de demonstrar uma desordem.

O Transtorno Obsessivo-Compulsivo é considerado o quarto diagnóstico psiquiátrico mais frequente na população.

História de Superação:
 
             Vencendo o TOC

"Poucos meses antes de descobrir que eu sofria de uma doença, caminhar dentro de casa virou um problema. Se eu dava dez passos, tinha que voltar dois. A mesma regra valia para subir as escadas. Se subia três degraus, tinha que descer dois. Não conseguia regar minhas plantas. Os pensamentos também me mandavam não comer mais. Perdi a fome, o apetite. Só conseguia tomar suco de frutas — mas não podia dar goles. Tinha que tomar tudo de uma vez. O resultado é que eu ficava toda babado. Como minha cabeça andava um turbilhão, comecei a ter insônia. Fiquei tão fraco, tão debilitado, que uma enfermeira vinha na minha casa me aplicar soro na veia.

 

De tão afundado nos meus pensamentos e manias, eu não conseguia perceber a preocupação da minha família comigo. Minha esposa me levou a mais de dez médicos para descobrir a razão da minha falta de sono e apetite. Nas consultas, eu não tinha coragem de contar a verdade. Sentia vergonha de dizer que minha cabeça era minha maior inimiga. Tinha medo de acharem que eu estava ficando doido. Receitavam remédios, mas eu não os tomava. Depois, fui saber que minha esposa andava chorando escondido, desesperada ao ver minha decadência. Sentia-se impotente.

 

Na mesma semana, marcamos uma consulta. Com minha esposa ao meu lado, contei para o psicólogo todo o meu sofrimento de 40 anos. Quando terminei de falar, ele disse que eu sofria de TOC e nos explicou o que era a doença. Senti um enorme alívio ao receber meu diagnóstico. Pude ver nos olhos da minha mulher que ela também estava aliviada. Hoje além da Terapia, faço tratamento medicamentoso. Minha vida melhorou muito! "

 

A.P

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Alexandre Rivero (CRP-06/8815) 

 

psicólogo clínico 39 anos

professor universitário 25 anos

supervisor clínico

mestrado USP