Tratamento do Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade

 

O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e freqüentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Ele se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade.

 

O TDAH se caracteriza por uma combinação de dois tipos de sintomas: a desatenção e a hiperatividade/impulsividade. O TDAH é o transtorno comportamental infantil mais frequentemente diagnosticado. Ele afeta aproximadamente de 3 a 5% de crianças em idade escolar. O TDAH é diagnosticado muito mais frequentemente em meninos do que em meninas.

 

Depressão, falta de sono, incapacidade de aprender, transtornos de tique e problemas comportamentais podem ser confundidos com TDAH. Todas as crianças com suspeita de sofrerem de TDAH devem ser examinadas com cuidado por um médico para verificar se há outros problemas ou motivos para o comportamento.

O Tratamento do TDAH fundamentado na Terapia Cognitiva-Comportamental num enfoque Humanista possibilitará uma nova perspectiva de vida. Vamos começar a transformação!

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Você Sabia ?

O TDAH não se associa necessariamente a dificuldades na vida escolar, é mais comum que os problemas na escola sejam de comportamento do que de rendimento.

Histórias de Superação: Vencendo o TDAH

"Quando criança era muito hiperativa, inquieta e de personalidade forte. Tinha constantes brigas com meu irmão, inclusive quebrei meu braço e causei diversos acidentes a ele (como quebrar taça de licor em seu nariz), porém tinha facilidade escolar, mesmo sem paciência em prestar atenção às aulas e estudar às provas.

 

Era expansiva e líder muito mandona. Até a 8ª. Série estava entre os 5 melhores alunos da classe e, por isso, apesar de fazer tudo muito rápido, falar demais, atrapalhar meus colegas de sala, causando tumultuo e polêmica, os professores davam “desconto” por me sair bem nas notas.Com isso tornei-me impaciente na adolescência, fazia dois colegiais ao mesmo tempo, apesar de não gostar de nenhum, e ainda inglês e natação. Não aceitava opiniões diferentes das minhas e tampouco refletia sobre soluções alternativas à minha estressada e agitada vida cotidiana. Não admitia crítica alheia. Após essa fase comecei a trabalhar numa multinacional, o que pra mim, com apenas 18 anos, foi o “máximo”.

 

Com isso aflorou minha impulsividade e por causa dela eu “torrava” todo o meu salário e ainda ficava devendo ao banco!Um ano depois inicie a faculdade de direito já com sintomas e “stress” cada vez mais agudos. Com a ajuda de meus pais consegui me formar, pois os mesmos eram rígidos e “pegavam” no meu pé para gastar menos, terminar a faculdade, agüentar mais um pouco o trabalho e etc. Nestes últimos 10 anos, trabalhei em 3 grandes empresas, porém com mais e mais dificuldades em ser “estável”, entediando-me rapidamente em todas as atividades e responsabilidades. Continuava a gastar todo o meu dinheiro e a ter menos paciência com as pessoas ao meu redor. Perdi promoções, mudanças de cargo e ganhei pontos negativos em minha imagem profissional.

 

Adquiri transtorno de ansiedade e junto, quase 20 Kg a mais, indo do manequim 40 para 46! Acrescente-se aí todo o sentimento autopunitivo e culposo que desenvolvi aliados à baixíssima estima. Perdi o prazer inclusive por minhas paixões: o estudo e a leitura. Tornei-me cada dia mais deprimida.Passei por uma fase complicada de saúde devido a todo esse quadro, e, um dia, passeando por uma livraria muito conhecida em SP, me chamou a atenção um livro na prateleira, o mesmo falava sobre pessoas distraídas, impulsivas e hiperativas. Pensei: Nossa! Um livro com todas as minhas características! Vou comprá-lo. Quando o li, percebi que poderia enquadrar-me nas características do tema TDAH.

 

Hoje, após 1 ano e meio, digo com certeza que me tornei uma pessoa muito melhor. Superei minha ansiedade crônica e depressão, já consigo controlar minha impaciência, impulsividade e hiperatividade. Já resgatei a maior parte das minhas dívidas. Emagreci tudo o que havia ganhado de peso, o qual servia de proteção emocional.

 

Com a terapia e a medicação consigo me concentrar melhor, pensar mais antes de agir, controlar minha compulsão, me relaciono melhor com meus pais e as outras pessoas de forma amorosa, flexível e complacente, porém sendo eu mesma, sem me punir, auto-sabotar e fingir o que não sou. Aprendi que não preciso acertar sempre, que sou um ser humano em evolução e transformação."

 

G.A

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Alexandre Rivero (CRP-06/8815) 

 

psicólogo clínico 39 anos

professor universitário 25 anos

supervisor clínico

mestrado USP