Tratamento do Transtorno do Pânico

Você Sabia ?

O Transtorno do Pânico, possui uma incidência três vezes maior em mulheres, do que nos homens, aponta estudo da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Definição

 

A síndrome do Pânico é um transtorno de ansiedade, caracterizado por crises de medo, mal estar e desespero, que ocorrem de forma repentina. O ataque do pânico chega a ter curta duração e muitas vezes não é ativado por qualquer motivo aparente.

 

Os Ataques de Pânico podem ocorrer nas mais diversas atividades do cotidiano, como: na fila de um supermercado, no shopping, dirigindo carro, entre outras situações. Criando limitações na vida familiar, profissional e social.

O Tratamento do Transtorno do Pânico fundamentado na Terapia Cognitiva-Comportamental num enfoque Humanista possibilitará uma nova perspectiva de vida. Vamos começar a transformação!

 

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Sintomas

 

Existem diversos sintomas que caracterizam a síndrome do pânico.  Os principais são:

 

  • Falta de Ar

  • Coração Acelerado

  • Tensão

  • Ansiedade

  • Falta de Concentração

  • Sudorese

  • Boca Seca

  • Pés e Mãos frios

  • Medo de morrer ou ficar louco

  • Sensação de perigo

  • Tontura

  • Sensação de estar fora da realidade

 
 

Terapia

 

A Terapia Cognitiva-Comportamental com enfoque Humanista é essencial para o diagnóstico e tratamento da síndrome do pânico. A terapia trará formas do paciente entender o que é este transtorno e como lidar com os ataques, levando assim o paciente a ter uma vida cotidiana normal.

Vídeo

 

O psicólogo Alexandre Rivero busca explicar de forma rápida e séria os principais pontos da síndrome do pânico.

 
 

História de Superação:

Vencendo o Transtorno do Pânico

"Sou J. P. na adolescência tive uma crise de aflição muito forte, medo intenso, achava que ficaria louco, meu coração aumentava a frequência, parecia que desmaiaria, tremia e sentia contrações musculares. 

 

Procurei cardiologista, clínico e não foi encontrado nada que justificasse as crises. Tinha vergonha de falar para as pessoas, comecei evitar sair de casa, não sabia quando iria aparecer uma nova crise. Passei a ter medo de sentir medo. Minha vida ficou limitada (namoro, amigos, trabalho, vagens, etc...), pensava que se as pessoas soubessem o que eu tinha me achariam louco. As crises foram se agravando, aconteciam em casa, na rua, no cinema, na escola...

 

Quantas vezes me tranquei no banheiro e chorei querendo que a crise passasse, mordia meus lábios para não sentir aflição tão forte. Quanto mais lutava contra piorava ainda mais. Eu não entendia de onde vinha aquilo tudo, é como se um monstro fosse me atacar. Em 1999 li um texto de jornal sobre "Sindrome do Pânico", tudo começava a se esclarecer. Era exatamente o que eu sentia durante anos!

 

Busquei ajuda psicológica, uma psicóloga que tinha muito conhecimento sobre este adoecimento, explicou-me dos efeitos da ansiedade, das alterações químicas, da adrenalina e disse que o meu comportamento de querer parar o que eu sentia a todo custo ou descobrir a causa só estava gerando mais ansiedade e pânico. Ela pediu para eu ler os sintomas do Transtorno do Pânico, me identifiquei. Iniciei terapia cognitiva-comportamental... 

 

Hoje faz 1 ano de terapia estou muito melhor, não tenho mais crises de pânico, mas sei que tenho uma tendência a exagerar os acontecimentos e isto me causa ansiedade. Procuro perceber e interromper estes pensamentos exagerados. Estou conseguindo.... dirigir carro, sair sozinho e namorar."

Fale com o Psicólogo Alexandre Rivero

Alexandre Rivero (CRP-06/8815) 

 

psicólogo clínico 39 anos

professor universitário 25 anos

supervisor clínico

mestrado USP