Superando a Fobia Social

Você Sabia ?

A Fobia Social não é apenas uma simples timidez, trata-se de um medo excessivo de interagir socialmente, que acaba por diversas vezes reestringindo a vida de quem a sofre.

Fonte: Revista da Folha

A fobia social caracteriza-se pelo medo persistente e irracional do indivíduo de ser julgado negativamente por outras pessoas, levando a evitação das situações que envolvem contato social ou a possibilidade de estar sendo observado.

 

Sintomas: aceleração da freqüência cardíaca, estreitamento do campo visual, vista turva, hiperventilação, dor no peito, bloqueio do pensamento, transpiração e boca seca. O ataque freqüentemente é acompanhado de desconforto, busca intensa para evitar a situação ou para fugir uma vez na situação em si e o comportamento de fuga abrange tanto as situações quanto os pensamentos, (isto é, não pensar sobre os acontecimentos embaraçosos), determinadas pessoas, tem uma percepção aumentada das situações sociais como ameaça.

 

Geralmente as pessoas com Fobia-Social têm um auto-conceito negativo de si mesmas e quando em situações de exposição isso propicia o surgimento de pensamentos automáticos do tipo; "vão rir de mim", "estão vendo que minhas mãos tremem e que estou vermelha", antecipações catastróficas do tipo: "vou ficar com a boca seca, minhas idéias vão embaralhar e não vou conseguir falar".

O Tratamento da Fobia Social fundamentado na Terapia Cognitiva-Comportamental num enfoque Humanista possibilitará uma nova perspectiva de vida. Vamos começar a transformação!

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História de Superação:
 
                Vencendo a Fobia Social

"Desde que eu me entendo por gente, sempre fui muito insegura. Lembro-me bem das sensações desagradáveis na minha infância e adolescência que, na época, eu definia como “medo”. Enquanto crescia, mais difícil se tornava meu relacionamento com as pessoas. Na faculdade, tudo ficou mais complicado, praticamente insuportável. Via-me só, tendo de lidar com situações de que, na realidade, até então, passei a vida toda me esquivando.

 

Tinha medo das pessoas distantes e desconhecidas, nunca soube explicar direito. Enquanto o pessoal da minha classe formava seus grupinhos, eu me esforçava para não demonstrar o que me afligia, fugindo de todos. Encontros com o pessoal da turma após as aulas eram uma verdadeira tortura! E foi nesse período que comecei a beber. Primeiro foram alguns chopes pra relaxar, mas depois as portas se abriram para outras drogas também. A maconha e mais adiante a cocaína...

 

Contudo, meu rendimento escolar foi decaindo a olhos vistos e sabia que precisava de apoio. Felizmente pude contar com o apoio incondicional da minha família que, além das palavras de incentivo e carinho, procurou um especialista.Consegui me livrar (só Deus sabe como) das drogas e das bebidas alcoólicas, porém me encontrar com as pessoas se tornou mais difícil. Como enfrentá-las, agora, de “cara limpa”? Hoje sei que sofro de fobia social e faço tratamento apropriado para isso. A cada dia me sinto mais fortalecida. Tenho certeza de que falta pouco para levar uma vida inteiramente normal."

 

T.F

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Alexandre Rivero (CRP-06/8815) 

 

psicólogo clínico 39 anos

professor universitário 25 anos

supervisor clínico

mestrado USP